A questão não é a pergunta nem a resposta e sim a legitimidade. A falta de tradição e mesmo convicção gera insegurança, insatisfação, seres movidos pela administração do sirva-se do rápido e prático escravos de uma profunda cegueira onde nada faz sentido, ou seja, um mundo surreal de individualismos.
Os fins ou os meios devem justificar a defesa da humanização, de uma razão cuja identidade suprima o egoísmo e o consumo pelo que está pronto. Ousadia em construir e se aventurar em acertar ou errar, uma visão renascentista da prudência.
O que cabe é a inteligência em ser firme e reafirmar seus ideais e crenças, ter foco a ponto de compreender que são os objetivos que importam, é o meio, os detalhes, criticar o fast food de ideologias e elaborar fins...
Primeiro os fins ou os meios?
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Tudo novo que se renova
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

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